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Agora, todo cuidado será pouco com o cheque especial
16 de janeiro de 2020 às 11:24
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As novas resoluções do Banco Central autorizam que os bancos cobrem pelo limite de crédito disponibilizado no cheque especial e também reduzam os juros da modalidade, que poderão ser de no máximo 8% ao mês (próximo de 150% ao ano).

Do cliente que tiver limite do cheque especial acima de R$500,00, o banco cobrará a tarifa de 0,25%.

As regras já valem para contas correntes abertas desde o último 6 deste mês de janeiro.

Para quem já tinha cheque especial, a cobrança ocorrerá a partir de 1º de junho.

Na opinião da educadora financeira, Carol Stange, mesmo com as novas regras de cobrança do limite do cheque especial, seu uso ainda é muito caro.

“A nova regra não faz com que o cheque especial entre no rol das opções possíveis de crédito. A redução da taxa de juros mensal para 8% significa, ainda assim, 151% de juros ao ano, e os bancos terão direito de cobrar também uma tarifa por disponibilizarem limites acima de R$ 500,00, ou seja, o correntista está sujeito a uma cobrança adicional mesmo que não use o limite do cheque especial”, alerta Carol Stange, que é uma espeialista em educação financeira.

Por sua vez, Caio Fernandez, CEO da IVEST Consultoria de Investimentos e também consultor de investimentos da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), explica que muitas pessoas utilizam o crédito disponível no cheque especial como um valor de emergência mesmo com um custo altíssimo.

Dr acordo com ele, “essa reserva de emergência deve ser acumulada mês a mês, dentro da capacidade financeira de cada pessoa e aplicada em investimentos conservadores que permitam o saque rápido em momentos de urgência”.

Enfim – acrescenta Frnandez – o simples hábito de poupar precisa fazer parte da saúde financeira dos brasileiros independentemente de sua renda.

Resumindo: todo cuidado será pouco com o uso do cheque especial.

A seguir, algumas dicas dos dois consultores sobre o uso do cheque especial em tempos de cobrança de taxas:

Diário do Nordeste

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