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Brasileiros já pagaram mais de R$ 200 bilhões em impostos no ano
25 de janeiro de 2019 às 10:56
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O valor pago pelos brasileiros em impostos neste ano superou R$ 200 bilhões nesta sexta-feira (25), segundo o “Impostômetro” da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). A marca chega um dia antes do que foi registrado ano passado (26 de janeiro), o que indica leve aumento na arrecadação tributária.

“Janeiro é um mês atípico, pois as atividades que movimentam a economia retornam aos poucos ao seu ritmo habitual, passadas as comemorações de fim de ano. Já para o restante de 2019 espera-se aumento da arrecadação, acompanhando a aguardada retomada mais vigorosa da economia”, disse em nota Alencar Burti, presidente da ACSP.

“O atingimento pelo Impostômetro da marca de R$ 200 bilhões, um dia antes da data que aconteceu em 2018, denota um incremento muito tímido da arrecadação neste ano, reflexo ainda da crise acontecida em governos anteriores. Há um sentimento em todos os mercados de que, com a retomada do crescimento econômico após a aprovação das reformas, haja um aumento na arrecadação de tributos por parte dos governos”, afirma João Eloi Olenike, presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), que calcula os números do painel para a ACSP a partir dos dados oficiais.

Em 2018, o Impostômetro superou a marca de R$ 2,3 trilhões em impostos pagos pelos brasileiros no ano.

O painel eletrônico que calcula a arrecadação em tempo real está instalado na sede da associação, na Rua Boa Vista, região central da capital paulista. O impostômetro foi criado em 2005 e informa o valor total de impostos, taxas, contribuições e multas que a população brasileira paga para a União, os estados e os municípios.

O total de impostos pagos pelos brasileiros também pode ser acompanhado pela internet, na página do Impostômetro (www.impostometro.com.br). Na ferramenta, criada em parceria com o IBPT, é possível acompanhar quanto o país, os estados e os municípios estão arrecadando com tributos e também saber o que dá para os governos fazerem com todo o dinheiro arrecadado.

Fonte: G1

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