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Usinas solares vão abrir 900 empregos nos municípios de Limoeiro do Norte e Tabuleiro do Norte
14 de dezembro de 2019 às 04:01
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Cerca de 900 empregos diretos devem ser abertos na zona rural dos municípios de Limoeiro do Norte e de Tabuleiro do Norte, no Vale do Jaguaribe, com a construção do Complexo Solar Fotovoltaico Alex.

A instalação da empresa, foi anunciada nessa quinta-feira (12), na reunião do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Coema) que aprovou o estudo e o relatório de impacto ambiental da empreendedora. A aprovação do colegiado é condição para a Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) emitir a licença de instalação ao interessado.

Segundo o projeto, o complexo fotovoltaico será composto por nove usinas que somam a potência nominal de 278 megawatts de energia elétrica. As usinas serão instaladas numa área de 908 hectares desabitada, sem o registro de áreas de preservação permanente ou de patrimônio arqueológico.

Obras

As obras estão previstas para começar em junho de 2020. Outros 3,6 mil empregos serão impactados indiretamente, nesta fase. No período de operação, o complexo abrirá 40 vagas de trabalho. Este foi o sexto projeto de energia limpa aprovado, neste ano, pelo Coema.

O secretário do Meio Ambiente do Estado e presidente do Coema, Artur Bruno, considera a iniciativa importante e destacou a estratégia do Governo do Ceará de ampliar a geração de renda no interior.

A determinação do governador Camilo Santana é que o Ceará volte a liderar a produção de energia eólica e energia solar. O Conselho Estadual do Meio Ambiente deu uma grande contribuição à sociedade cearense, ao nosso desenvolvimento social, econômico e ambiental quando otimizou o licenciamento dessas atividades de energias renováveis. E agora dá mais uma contribuição ao aprovar o empreendimento de alto alcance econômico e social, um empreendimento que vai melhorar consideravelmente a vida da Região Jaguaribana, e tenho convicção de que o Coema faz a sua parte com muito mérito, com muita competência e sobretudo com muita visão ambiental ao aprovar projetos desse porte”, comentou Artur Bruno.
Diário do Nordeste
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