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Derrota para o Peru no cara ou coroa mudou rumo do Brasil na Copa América
5 de julho de 2019 às 08:12
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Por uma vaga na decisão, a Seleção Brasileira enfrentaria o Peru, que vivia um dos seus melhores momentos na história. Liderados por Teófilo Cubillas, craque do Alianza Lima e tido como maior jogador do país de todos os tempos, os peruanos já haviam mostrado força ao “tirar” a Argentina da Copa do Mundo de 1970, quando alcançaram as quartas de final.

A Copa América, até então, não era um torneio popular, assim, apenas 25 mil pessoas foram ao Mineirão para a primeira semi. Diante desse cenário, o Peru não sentiu a pressão e, com direito a golaço de falta de Cubillas, bateu os donos da casa por 3 a 1. Restava aos comandados de Oswaldo Brandão ir a Lima buscar a classificação.

Reforçado com alguns de seus craques, entre eles Waldir Peres, Geraldo e Roberto Dinamite, o Brasil mostrou reação e superou o rival em plena capital peruana por 2 a 0. Como não havia um critério de desempate, pênaltis ou prorrogação, o árbitro chamou os capitães após o final da partida para decidir o finalista no cara ou coroa.

O juiz lançou a moeda e o classificado para a final foi o….Peru, que garantiu o título em cima da Colômbia. Por curiosidade, a Conmebol se arrependeu de decidir o classificado entre brasileiros e peruanos em sorteio e, na final, marcou o terceiro jogo depois de uma vitória de cada lado.

Após a eliminação para o Peru, a CBF resolveu disputar as futuras edições com força máxima. De lá para cá, o Brasil jogou 15 Copas Américas, chegou à final em sete e conquistou cinco dos oito títulos que possui ao longo da história.

gazetaesportiva

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