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Bombardeios de milícias sírias contra o Estado Islâmico matam 23 civis na Síria, diz ONG
2 de maio de 2018 às 10:53
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Uma ofensiva contra o grupo extremista Estado Islâmico no nordeste da Síria matou 23 civis, incluindo 10 crianças, informou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH). O ataque ocorreu na aldeia Al Qasr, na província de Hassaké, indicou a ONG, que não soube informar a autoria dos ataques aéreos.

O Observatório Sírio de Direitos Humanos informou que não sabe se os aviões são do Iraque ou da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos. A cidade fica no sul da província.

A maioria das vítimas são pessoas de idade avançada e pertencentes a duas famílias, indicou o Observatório. Segundo a ONG, o número de mortos pode aumentar devido à gravidade dos feridos.

As informações são da agência Reuters, France Presse e Efe.

Mais cedo, uma coletiva de imprensa convocada por forças sírias anunciou que as milícias recomeçaram nesta terça-feira (1) suas batalhas para tomar o último território controlado pelo Estado Islâmico em região síria próxima à fronteira com o Iraque, informa a Reuters.

As Forças Democráticas Sírias são uma aliança formada por milícias curdas e arábes numa tentativa de derrotar o EI.

“Nós rearranjamos nossas fileiras”, disse Lilwa al-Abdallah, porta-voz da ofensiva na província de Deir al-Zor, rica em petróleo, disse ela, à Reuters.

Segundo a agência, miilitantes do Estado Islâmico intensificaram os ataques nas últimas semanas em uma tentativa de reorganizar, disse ela em uma coletiva de imprensa em um campo de petróleo na margem leste do rio Eufrates, segundo a Reuters.

“Nossas forças heróicas libertarão essas áreas e protegerão a fronteira… Receberemos o apoio das forças iraquianas”, continuou a porta-voz.

Ahmed Abu Khawla, comandante das forças armadas do conselho militar de Deir al-Zor disse à Reuters que eles estão trabalhando com o governo de Bagdá e o exército iraquiano “através de uma sala de operações conjuntas” para derrotar os jihadistas.

Esforços conjuntos aumentaram, mas nenhum lado cruzou a fronteira, disse ele à Reuters.

Fonte: G1

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