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Crise hídrica: Estado aposta na busca por fontes alternativas de água para abastecimento
19 de janeiro de 2017 às 12:51

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Diante da situação de crise hídrica que o Estado vive e deve passar em 2017, o Governo afirma que é preciso insistir em apertar o cinto na gestão da água. “Vamos continuar acelerando e aprofundando essas ações de melhor controle da água, gestão da demanda e oferta e buscar mais fontes alternativas de água. Nós temos uma previsão aí de encontrar mais 600 litros por segundo na exploração de mais águas subterrâneas na Região Oeste da RMF, agora na Taíba. (Os poços) do Pecém já são realidade, e o Governador vai inaugurar segunda-feira”, promete Teixeira, afirmando que o sistema de poços da Taíba depende da liberação do aporte financeiro do governo federal para iniciar.

O secretário também lista outras ações, como a exploração de mais água do Açude Maranguapinho, a instalação de uma adutora pra atender o Distrito Industrial e a cidade de Maracanaú, e ressaltou o trabalho de redução de perdas e furtos de água da Cagece. “A Cagece precisava de 9,3m³ por segundo em 2014. Hoje, está oferecendo menos de 8m³. Já está fazendo experiência em 7,8m³/s e não faltou água ainda na casa de ninguém. A gente tem uma tendência de baixar o consumo desde 2015. Se olhar uma curva, em 2014, o consumo era 14m³ por mês para cada família. Caiu para 11 agora. A gente quer baixar ainda mais esse ano”, demonstrou os esforços para a economia de água.

Para o secretário Chefe do Gabinete do governador, Élcio Batista, a prioridade tem sido as ações de combate aos efeitos da seca, o que vem fazendo com que o impacto tenha sido reduzido para a população.

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“O governador Camilo Santana, mesmo em cenário de crise, investiu mais de R$ 400 milhões só em 2016 em ações relacionadas com à seca ou segurança hídrica”, ressaltou. Ele anunciou que, além dos 42 poços do Pécem, que serão inaugurados no dia 23, o gestor vai inaugurar a barragem do Cocó no fim do mês.

Outro ponto destacado por Élcio é a autorização para o reúso da água da Estação de Pré-Condicionamento (EPC) localizada na Avenida Castelo Branco (Leste-Oeste). “Além de resolver o problema ambiental, essa água deve ir para o Pecém e ser absorvida na indústria”, justificou Élcio, que também ressaltou a política de adutoras e de perfuração de poços implantadas a partir Plano Estadual de Convivência com a Seca.

Fonte: Diário do Nordeste

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