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Explosão destrói fábrica de fogos de artifício clandestina e deixa feridos em Juazeiro do Norte
2 de maio de 2019 às 10:49
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Uma explosão em uma fábrica de fogos de artifício clandestina deixou pelo menos seis pessoas feridas em Juazeiro do Norte, na Região do Cariri, na manhã desta quinta-feira (2). 

Segundo o Corpo de Bombeiros, uma das vítimas é uma mulher identificada como Cleisla Pereira Leite, de 21 anos, moradora de uma casa vizinha, atingida pela explosão. Ela foi atendida por agentes do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) e encaminhada para o Hospital Regional em Juazeiro do Norte. Um segundo ferido foi identificado. É um pedreiro e trabalhava em uma obra em um residência do lado do local da explosão. Ele também foi atendido e levado para o Hospital Regional em Juazeiro do Norte. Ainda não há informações sobre os outros quatro feridos.

Explosão destrói fábrica de fogos de artifício clandestina em Juazeiro do NorteAntonio Rodrigues

Fábrica destruída

O local onde funcionava a fábrica ficou totalmente destruído. De acordo tenente Eno, do Corpo de Bombeiros, uma equipe realiza o rescaldo na área com o objetivo de encontrar possíveis vítimas sob os escombros. 

Ainda de acordo com os Bombeiros, foram atingidas duas residências com a força da explosão no Bairro Frei Damião. Os imóveis tiveram paredes e telhados danificados.  

“Segundo informações de populares, [no local] funcionava uma casa clandestina de fogos de artificio. Houve a explosão e uma vítima já chegou no Hospital Regional. Estamos esperando a equipe terminar de fazer o rescaldo para ver se existe alguma vítima debaixo dos escombros”, disse o tenente Eno.

A enfermeira Ivanécia Sampaio afirmou para o Sistema Verdes Maresque, cinco pessoas, com idades entre 21 e 31 anos, ficaram feridas. “Um das vítimas teve queimaduras extensas e os demais estão estáveis. A ambulância vai remover as vítimas e deve vir outra para atender outras possíveis vítimas”, informou enfermeira.

As causas da explosão ainda não foram confirmadas. O responsável pelo local também não foi identificado.

Diário do Nordeste

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