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Acusado de cinco homicídios e quatro lesões corporais foi morto em Crato com 14 tiros de pistola
21 de fevereiro de 2017 às 11:35

Pouco mais de 24 horas depois e um novo homicídio foi registrado em Crato se constituindo no quarto do mês de fevereiro e oitavo do ano no município. Por volta das 13 horas desta segunda-feira. Getúlio Costa de Figueiredo, de 30 anos, que residia na Rua João Anselmo de Carvalho, 85 (Bairro Vila Alta), foi morto a tiros por quatro homens encapuzados que se aproximaram dele num Fiat Strada Working de cor vermelha. Ele tombou morto na calçada do imóvel 607 na Rua Coronel José Maia naquele bairro perto de sua motocicleta.

Segundo a polícia, Getulio respondia por cinco homicídios e quatro crimes de lesões corporais em Crato. No dia 29 de outubro de 2008 ele e seus irmãos José Omar e Josimar mataram a tiros Mário César de Aquino Batista, cujos acusados foram pronunciados em novembro de 2015 pelo titular da 1ª vara Criminal da Comarca de Crato. Já em outubro de 2010 na mesma vara criminal foi protocolado um Inquérito Policial que o indicia por homicídio culposo no trânsito contra Tatiane Almeida Bezerra.

 

Enquanto isso, na noite do dia 22 de março de 2012 o estudante Udinaja Barreto Feitosa, de 21 anos, estava em sua casa na Rua Getulio Vargas, 400 (Bairro Vila Alta) em Crato quando Getulio chegou acompanhado de um comparsa em uma moto de cor vermelha. Ele desceu do veículo e já foi atirando no rapaz que terminou a tingido duas vezes no tórax e outra no ombro direito. Udinaja era usuário de drogas e ainda foi socorrido por populares ao Hospital São Francisco de Crato, onde já deu entrada sem vida.

No dia 14 de setembro de 2013, no cruzamento das ruas Antônio Xenofonte e Coronel José Maia (Bairro Vila Alta) em Crato, Getulio atirou contra o empresário Jackson Ferreira Teixeira, então com 35 anos e residente no bairro São Miguel, e o farmacêutico Eládio Neres Silva, que, na época tinha 18 anos e morava no bairro Seminário. Jackson foi lesionado com dois tiros no tórax e Eládio no abdômen. Naquele dia, Getulio fugiu num Chevette branco, enquanto as vítimas eram socorridas ao hospital.

 

Na noite do dia 22 de novembro de 2015, na Rua Getulio Vargas, 180 (Bairro Vila Alta) em Crato, Luiz Carlos Lemos Pereira, de 42 anos, foi assassinado a tiros de revólver. Ele era conhecido como “Carlinhos de Anjo” e residia na Travessa Milagres, 586 naquele bairro. O mesmo se encontrava em um bar quando foi surpreendido pelos disparos, segundo testemunhas, efetuados por Getulio.

Já no dia 12 de janeiro 2016, na Rua Madre Ana Couto, 153 no centro de Crato, um tiroteio deixaria o saldo de um morto e dois feridos. O estudante José Edgledson Cruz Silva, de 18 anos, que residia na Rua São Cosmo, 58 (Santa Tereza) em Juazeiro, foi alvejado com dois tiros na cabeça e faleceu no dia 28 de fevereiro no Hospital Regional do Cariri. Francisco Jociel Leite, de 24, e Fabrício da Silva Cruz, de 17 anos, saíram baleados nas costas e escaparam. Getúlio foi apontado como o autor dos disparos.

Por Demontier Tenório
Com Parceria Miséria.com.br

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