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Armas de guerra são apreendidas pela PM com criminosos de facções em Fortaleza
5 de dezembro de 2017 às 12:49

Uma submetralhadora de fabricação americana, 9 mm, estava com um traficante no Mucuripe

Macaquita 2

Gravados na arma estão o nome do fabricante, modelo, calibre e país de origem

Em duas abordagens de rotina a suspeitos, realizadas por policiais militares em Fortaleza, neste domingo, duas armas de guerra, de uso privativo militar, foram apreendidas nas mãos de bandidos. São duas submetralhadoras, sendo uma de fabricação americana e outra israelense. As apreensões confirmam a informação dos setores de Inteligência de que centenas de armas contrabandeadas, principalmente fuzis e submetralhadoras, estão nas mãos das facções criminosas em Fortaleza.

Uma das abordagens ocorreu no cruzamento das avenidas Leste-Oeste e Theberge, no bairro Carlito Pamplona, onde quatro suspeitos estavam em um carro. Policiais militares fecharam o cerco e prenderam  os acusados com quatro armas de fogo, entre elas, uma submetralhadora Uzi, de fabricação israelense.

Do outro lado da cidade, na zona Leste, mais um suspeito abordado pela PM e mais uma submetralhadora apreendida. A arma é de fabricação americana, calibre 9 milímetros, e estava em poder de um homem identificado como Rafael Gomes Carneiro, 32 anos, que seria, supostamente, um traficante com atuação na área da Favela da Estiva, no bairro Mucuripe, onde, recentemente, ocorreu uma sequência de mortes violentas.

A arma é da marca Ingran Mac 10, de calibre 9 milímetros e de uso privativo das forças armadas americanas.

De janeiro até agora, cerca de 4 mil armas de fogo foram apreendidas no Ceará, entre elas, vários  fuzis, metralhadoras e submetralhadoras, armas de suo privativo de forças militares, que  foram encontradas em poder de traficantes de drogas, assaltantes d e bancos e bandidos integrantes de facções criminosas que estão em “guerra” na Capital e Região Metropolitana de Fortaleza (RMF).

Destruição

Neste fim de semana, cerca de três mil armas apreendidas no Ceará foram destruídas pelo Exército Brasileiro na “Operação Vulcão”.  A maioria foi apreendida em poder de criminosos comuns, envolvidos em assaltos e assassinatos.

Com Informação Fernando Ribeiro

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