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Jovem é condenado a 16 anos de prisão pelo assassinato de “Diego Orelha” em Juazeiro
9 de agosto de 2018 às 07:02
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O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Juazeiro do Norte condenou o réu Jeovan dos Santos Germano, de 22 anos, a 16 anos de prisão durante sessão presidida pelo Juiz Marcelo Wolney Alencar Matos. Na madrugada do dia 24 de junho de 2015, na Rua Virgínia de Mendonça (João Cabral), ele matou a tiros José Diego de Oliveira, de 22 anos, o “Diego Orelha. O crime teve como co-autor Francisco Daniel Vieira dos Santos, de 24 anos, o “Chocolate”, que recorreu contra a pronúncia.

Jeovan estava preso preventivamente por solicitação do Núcleo de Homicídios e Proteção à Pessoa da 20ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Juazeiro. No Inquérito, o Delegado Giovani Aquino indiciou ainda o menor de iniciais C. I. V dos S., de 17 anos. A vítima morava na Rua Farias Brito naquele bairro, respondia por crimes de receptação, furtos, porte de arma de fogo e roubos e morreu no Hospital Regional do Cariri pouco tempo após ser baleado.

A sentença negou ainda a Jeovan o direito de apelar em liberdade e o mesmo responde outra Ação Penal de Competência do Juri por homicídio qualificado contra Alan da Silva Gonçalves, de 23 anos. O crime aconteceu no dia 22 de fevereiro de 2015 igualmente com co-autoria de “Daniel Chocolate”. Alan morava na Avenida dos Universitários (José Geraldo da Cruz) e foi morto a tiros na cabeça perto do cruzamento da Rua Ozana Pereira com a Avenida da CHESF no mesmo bairro João Cabral.

Meses antes dos homicídios, Jeovan tinha sido preso no dia 7 de setembro de 2014 em sua casa na Rua Virginia de Mendonça no bairro João Cabral com um revolver calibre 38 tendo seis cartuchos intactos. No mesmo dia, “Chocolate foi preso na mesma via com outro revólver calibre 38 municiado e uma espingarda calibre 12 com um cartucho deflagrado e dois intactos. Na casa dele, a polícia encontrou duas mascaras de borrachas e sete aparelhos celulares.

Já depois dos homicídios, Jeovan voltou a ser preso no dia 22 de agosto de 2016 numa casa na Rua Manuel Amorim dos Santos (Campo Alegre) em Juazeiro, onde estava com Gean Santos Palmeira, então com 18, e Igor Ian Amorim da Silva, de 20 anos. Em poder do trio um revólver calibre 32, quatro pedras de crack, metade de um tijolo de maconha, algumas mudas da “erva” e sacos usados para embalar drogas.

 

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Por Demontier Tenório

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