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Justiça de Cajazeiras decreta prisão preventiva de 52 pessoas acusadas de tráfico de drogas
13 de maio de 2019 às 06:02
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 A pedido da Polícia Civil, o juiz Francisco Thiago da Silva Rabelo, da 2ª Vara da Comarca de Cajazeiras, expediu 52 mandados de prisão preventiva e 20 de busca e apreensão contra uma organização criminosa responsável por venda de entorpecentes, crimes contra o patrimônio e crimes contra a vida na região polarizada por Cajazeiras. “O pedido formulado pela Polícia Civil encontra-se lastreado em substancioso inquérito policial, que detém elementos suficientes para, nesse momento, autorizar os pleitos policiais”, destacou o magistrado.

“O pedido formulado pela Polícia Civil encontra-se lastreado em substancioso inquérito policial, que detém elementos suficientes para, nesse momento, autorizar os pleitos policiais”, destacou o magistrado.
A prisão preventiva foi decretada tendo em vista os indícios de autoria e materialidade e para a preservação da ordem pública. “As substâncias entorpecentes são seus meios de vida, patrocinam suas redes nefastas de crimes, fomentam a criminalidade desta cidade, incitam o ódio e destroem os sagrados lares familiares”, ressaltou o juiz. Segundo ele, quando a ordem pública se vê ameaçada, deve ser decretada a prisão preventiva, a fim de evitar que o agente, solto, continue a delinquir.
Quanto aos pedidos de busca e apreensão, o magistrado ressaltou que dada à gravidade do crime apontado, existe a necessidade que sejam colhidas provas que tragam a certeza dos fatos ocorridos. “Assim, vejo como imprescindível a medida aqui solicitada. Entendo também que ficou evidenciada a sua urgência diante dos danos que o transcurso do tempo pode ocasionar”, justificou.
O juiz explicou que para a concessão do pedido de busca e apreensão torna-se essencial a demonstração de que os objetos perseguidos na medida são fundamentais à elucidação dos fatos, bem como a real possibilidade de desaparecimento das provas do delito. “A medida de busca e apreensão se justifica ante os indícios de autoria trazidos, o que caracteriza o fumus boni juris” “ONDE HÁ FUMAÇA HÁ FOGO”.
Fonte: ClickPB

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