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Nota esclarece que carro de delegado não participou de operação desastrosa da Controladoria Geral de Disciplina
26 de agosto de 2019 às 12:35
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CGD tiro

Na operação realizada pela CGD, um policial militar acabou baleado pelas costas 

Em nota encaminhada ao blogdofernandoribeiro, um delegado da Polícia Civil (identidade preservada), que teve as placas de seu veículo particular publicada indevidamente nas redes sociais, faz um esclarecimento acerca dos fatos. Na verdade, a placa que foi divulgada e mensagens de aplicativos e nas redes sociais, pertence ao carro do delegado e não de um carro descaracterizado usado por agentes da Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos da Segurança Pública e do Sistema Penitenciário.

O equívoco em relação à placa usada no carro utilizado pelos agentes da CGD se deu na cobertura do episódio de uma operação desastrosa daquela instituição na semana passada, quando agentes que investigavam uma suposta denúncia de extorsão praticada por PMs, acabaram por atingir a tiro o cabo PM Francisco Thiago Gomes da Silva. O militar permanece hospitalizado e o caso sendo apurado pela própria CGD.

Veja o teor da nota de escolarecimento:

“Aos 21 de agosto do corrente ano, foi publicada notícia no blog do jornalista Fernando Ribeiro, intitulada “PM é gravemente ferido a tiros durante operação desastrosa de agentes da Controladoria Geral de Disciplina, a qual tratou de uma abordagem realizada pela equipe daquele Órgão quando da prisão em flagrante de policial militar acusado da prática de extorsão, momento em que este teria reagido e sido baleado no local. Na matéria, o citado jornalista narra que os agentes policias estariam em veículo descaracterizado, indicando o modelo, cor e placa. Ocorre que a placa descrita na notícia está vinculada a veículo particular de um delegado de polícia, o qual não participou da operação da CGD, muito menos esteve no local. A situação trouxe infortúnios e prejuízos à autoridade policial, a qual teve a placa do seu automóvel, seus dados pessoais, e, até mesmo sua foto, amplamente divulgada em redes sociais, além de, dada a repercussão negativa da notícia em relação à operação, ter se tornado alvo potencial de ataques pessoais e profissionais. Dessa forma, visando demonstrar a verdade dos fatos, bem como evitar que mais prejuízos surjam em desfavor do delegado de polícia, que se trata de agente de segurança respeitado e que desempenha importante e notório trabalho na Segurança Pública Estadual, necessário se faz o presente esclarecimento.”

Com Informações Fernando Ribeiro

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