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Polícia desvenda assassinato de “Amendoim” e três estão presos em Juazeiro do Norte
2 de abril de 2018 às 09:26
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Menos de dois meses após o assassinato de Francisco Alves da Costa Neto, de 31 anos, o “Amendoim”, a polícia desvendou o crime e três acusados já estão presos por força de operações conjuntas das polícias militar e civil do Núcleo de Homicídios de Proteção a Pessoa. A vítima era usuária de drogas, respondia procedimentos por furtos, corrupção de menores, arrombamentos, receptação, assaltos e foi assassinada a tiros e pedradas na madrugada do último dia 4 de fevereiro.

O crime aconteceu na Vila Dom Bosco (Santa Tereza) em Juazeiro, onde, na tarde de sábado, militares do Policiamento Ostensivo Geral (POG) prenderam um dos acusados José Weverton Nascimento Silva, de 19 anos, apelidado por “UEPI”, ali residente, com cinco gramas de maconha. Os policiais apresentaram ao mesmo o Mandado de Prisão Preventiva expedido pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Juazeiro para responder por homicídio qualificado.

Ele matou “Amendoim” juntamente com Cícero André Pereira da Silva, de 31 anos, o “Andrezinho” preso no mesmo bairro Santa Tereza no último dia 23 de março. O outro acusado é Clebiomar Domingos Tragino, de 18 anos, o “Bebê”, que tinha sido preso no dia 13 de fevereiro ou pouco mais de uma semana após o crime. Entretanto, sua prisão pela PM aconteceu na Rua São Damião, igualmente no Santa Tereza quando saiu correndo por cima de casas no bairro.

Na tentativa de fuga, deixou cair um revólver calibre 38 com seis cartuchos intactos. Na sua casa, a polícia encontrou duas balanças de precisão, um pino de cocaína, 22 gramas de maconha, três celulares e R$ 408,00 em dinheiro. Todavia, o Mandado de Prisão por homicídio só lhe foi apresentado terça-feira (27) na Cadeia Pública de Juazeiro.

O Delegado Giovani Aquino apurou que “Amendoim” era perseguido pelo trio que já detém vasta ficha criminal por porte ilegal de armas, assaltos e apontado como responsável por boa parte da venda de drogas no bairro Santa Tereza, onde aterroriza as pessoas com ameaças de morte para evitar delações. Ele solicitou as prisões dos três no que foi atendido pela justiça. Doutor Giovani volta a disponibilizar o WhatSapp do Núcleo de Homicídios (085-98828-9662) prometendo sigilo absoluto das fontes.

 

Com Parceria Site Miséria.com.br
Por Demontier Tenório

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