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Pouco mais de 30 meses após assassinato de Jauelisson em Juazeiro, réu é condenado
30 de novembro de 2019 às 06:16
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O julgamento do réu José Jackson Honorato de Lima, de 29 anos, aconteceu esta semana em mais uma sessão ordinária do Tribunal do Juri de Juazeiro do Norte. Ele é acusado de matar a tiros Jauelisson Dantas Araújo, de 28 anos, no dia 13 de abril de 2017 perto da loja Zenir Móveis (São José). O mesmo foi condenado pela maioria de votos do Conselho de Sentença a uma pena de 20 anos por homicídio qualificado e lhe foi negado o direito de apelar em liberdade.

A sentença prolatada pelo Juiz de Direito, Djalma Sobreira Dantas Júnior, considerou que Jackson agiu com “premeditação e covardia” e que o réu não possui boa conduta social já que responde alguns processos criminais junto à Comarca de Juazeiro. Segundo os autos do processo, o crime teria sido motivado pelo fato de Jauelisson ter falado da companheira de Jackson. A vítima morava na Rua Manoel Tavares Lopes (Frei Damião), respondia por roubos e tinha sido vítima de dois atentados à bala.

Já o acusado contabiliza algumas passagens pela polícia e, também, tinha sido vítima de uma tentativa de homicídio no dia 7 de junho de 2009 perto de sua casa na Rua Francisco Filgueiras Cruz (Timbaúbas) quando dois homens numa moto o alvejaram na coxa esquerda. A partir de março do ano seguinte passou a responder procedimento por crime de trânsito

No dia 25 de dezembro de 2013 a polícia prendeu Jackson e Wanderson Beserra Pereira, de 21 anos, no bairro Timbaúbas, momentos após a dupla ter atirado contra um veículo no bairro do Aeroporto e estavam com um revólver calibre 38. Já no dia 29 de maio de 2017, na Travessa Raimundo Holanda Bezerra (Jardim Gonzaga), ele voltou a ser preso com um revólver calibre 38 tendo dois cartuchos intactos o qual tinha sido usado no assassinato de Jauelisson.

Por Demontier Tenório
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