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Vítima de chacina era líder de quadrilha de traficantes
5 de junho de 2017 às 08:45

Uma das vítimas da chacina, Davi Saraiva Benigno, de 23 anos, era acusado de liderar uma das maiores organizações criminosas de tráfico de drogas sintéticas do Ceará. O jovem tinha sido preso em novembro de 2015, durante a deflagração da segunda fase da ´Operação Rave Over´, da Divisão de Combate ao Tráfico de Drogas (DCTD), que tinha como alvo o bando dele.

Desde então, Benigno estava preso. Por último, esteve custodiado na Casa de Privação Provisória de Liberdade Professor Clodoaldo Pinto (CPPL II), no Complexo Penitenciário Itaitinga II. Saiu em dezembro do ano passado, beneficiado por um habeas corpus concedido pelo Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE).

Segundo uma fonte da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), ele teria se aliado a outros traficantes de drogas dentro da prisão. “O Davi foi de mal a pior. Ele sempre foi uma liderança. Era o rei dos sintéticos quando foi preso. No presídio, se aliou a criminosos piores que ele”, declarou.

Ainda conforme o servidor da SSPDS, outras duas vítimas da chacina identificadas como Klinsmann Menezes Cavalcante e Nilo Barbosa de Sousa Neto, eram envolvidas com clonagem de cartões magnéticos.

Uma fonte da Polícia Militar disse que Edimilson Magalhães Neto, conhecido como ´Bola´, tinha um suposto envolvimento com o tráfico de drogas, mas não sabia dizer se ele já havia sido preso por isso ou se era ligado a alguma facção criminosa. As outras duas vítimas não foram citadas pelas autoridades.

Fonte: Diário do Nordeste

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