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Brasileira assassinada aos 13 anos é reconhecida mártir da Igreja
3 de outubro de 2019 às 07:35
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O decreto foi assinado na última quarta-feira (2), numa audiência do Papa Francisco com o prefeito da Congregação para a Causa dos Santos, Angelo Beciu.

 A declaração de mártir é decisiva para o processo de beatificação dentro da Igreja, mas, neste tipo de caso, não é necessário reconhecer um milagre.

Apesar de ainda não ter sido beatificada, a menina é muito reverenciada na cidade de Santana do Cariri, no Ceará, onde nasceu e viveu.

Segundo informações divulgadas pela Igreja Católica, Benigna começou a ser assediada sexualmente por um rapaz aos 12 anos.

No dia 24 de outubro de 1941, ela estava procurando água em uma fonte perto de sua casa quando o mesmo rapaz tentou estuprar ela e acabou a matando com uma faca.

Após o crime, a menina foi considerada uma “mártir da pureza e castidade” e o local em que ela foi morta passou a ser visitado por peregrinos. Hoje há uma lápide, um monumento e um memorial com alguns dos pertences preservados da agora mártir brasileira.

Em 2011, a Diocese do Crato, no Ceará, deu início ao seu processo de beatificação da jovem. Em 2013, a causa foi aceita pela Congregação para a Causa dos Santos, e Benigna foi declarada Serva de Deus.

 

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