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Ipaumirim-CE: Desabafo da família do pequeno Isaac
22 de fevereiro de 2016 às 12:07

12745671_945927818794513_7906588942163066767_nQue a verdade seja levada para todos!!!!!

É muito difícil escrever tudo isso, depois de tudo que aconteceu com nosso príncipe Isaac. Diante das grande mobilização da secretaria de saúde do município de Ipaumirim -Ceará, em tentar modificar todos os acontecidos durante a trajetória do nosso Isaac aqui na terra.
Durante toda a gravidez de Kelly Sabrina ela foi acompanhada pela medica do posto de saúde da cidade,quando a família decidiu bater uma ultrassom morfológica também por curiosidade para identificar o sexo do bebê, o medico que fez o exame identificou que a placenta estava baixa. Isso inicio de setembro do ano de 2105. Levamos ao conhecimento do medico o exame morfológico, o mesmo percebeu que o bebê estava se desenvolvendo bem, mas quanto a placenta ela voltaria para o lugar no final da gravidez , mas que a mãe Kelly Sabrina Silva tivesse muito repouso. No final do mesmo mês quando retornamos a policlínica em Ico , avo materna por precaução , pediu a medico que solicitasse uma ultrassom obstétrica para observamos se a placenta havia voltado para o lugar,chegando em Ipaumirim procuramos uma clinica particular, para marcar o exame que foi feito dia 10/10/2015,o medico que realizou o exame, pediu que fosse feito um retorno para que pudesse ser dado com mais clareza um laudo , pois o mesmo já havia identificado algum problema na gestação,avó materna , preocupada procurou uma clinica especializada na cidade de Cajazeiras -PB, onde o medico identificou que o bebê estava com uma síndrome ou má formação, dia 27/10/2015 retornamos ao Ico , ao medico da Policlínica, ainda muito abalados com a possibilidade de haver algo de errado com o desenvolvimento da gestação,ao chegar na policlínica, o medico solicitou outra ultrassom que foi realizado dentro da Policlinica, chegando a conclusão que o caso era grave, isto dia 27/10, o medico preparou uma solicitação de encaminhamento da mãe para Fortaleza onde a mesma deveria ser direcionada para os hospitais de referencia.
Dia 28/10 a mãe Kelly Sabrina Silva e o pai Wallison Dantas se dirigiram para SECRETARIA DE SAÚDE DE IPAUMIRIM, onde foram atendidos pala funcionaria Antonia Batista ( Toinha Batista) a mesma afirmando que a Secretaria de Saúde Magna Gonçalves não se encontrava no local,mas que a mesma Toinha Batista poderia responder por ela,dizendo: NÃO TEMOS TRANSPORTES,O QUE TEMOS É A AMBULÂNCIA , ISTO É SE VOCÊ QUISER?. VOCÊ NÃO PODE LEVAR ACOMPANHANTE E AGUARDAR NA CASA DE APOIO NA CAPITAL DE FORTALEZA, TORNADO A REPETIR “ISTO SE VOCÊ QUISER?
Diante dessa resposta ouvida pelos pais da criança , a vó pediu ajuda de Saskia Tatiane, que se comprometeu, em ajudar, buscando vaga no sistema e a disponibilidade do carro, isto dia 28/10/2015, a mesmo se prontificando relata , que isso não era responsabiliadade da secretaria de saúde da cidade de Ipaumirim, pois deveriam se deslocar para a cidade de Icó para se ser transferido de lá. ME PERGUNTO, ONDE É O DOMICILIO DA MÃE?,POR QUE FOI SOLICITADO POR UM MEDICO DE ICÓ? Mas a vó respondeu ,a mãe é de Ipaumirim, a responsabilidade é do municipio que ela reside não é?

Mesmo diante dos relatos Saskia pediu que a familia não procurasse mais a secretaria de saúde , que deixasse com a mesma que iria conseguir,a familia ficou mais tranquila , pois a gestante estava bem e isso daria tempo de se resolver,sabendo que mesmo ela bem, deveria haver agilidade pois foi algo deixado bem claro pelo médico da Policlinica de Icó, Saskia pediu a vó aguardasse a vó até as 10hs do dia 29/10, pois já estaria
resolvido, tando a vaga como o transporte, ficamos mais tranquilos , mas no dia seguinte quando procurada a mesma disse, Socorro não há vaga em nenhum dos hospitais de referencia da cidade de Fortaleza, haverá vaga apenas para o dia 20/11, sendo que foi oferecido a familia uma consulta para o medico em Barbalha –Ce, mas a vó disse não se trata de consulta e sim de uma transferencia ,Saskia continuou pedindo tempo a familia, diante dos acontecimentos , a familia decidiu levar a gestante para Fortaleza em busca de vaga, pois saberiamos que nenhum hospital se negaria em atender um mãe que carregava no ventre um bebê com necessidades especiais , ao tomarmos essa decisao diante dos contecimentos em que o sistema mostrava que não havia vaga, procuramos novamente Saskia, que continuou afirmando não tem carro , e sim ambulancia, mas uma vez a vó afirmou que não poderia aceitar pois , se tratava de uma gravidez de risco tanto para mãe como para o bebê,a vó disse pode ser um carro comum , por que a mãe não está em trabalho de parto, está bem, mas precisava ser transferida mais rapido, pois o medico disse que ela não poderia entrar em trabalho de parto na cidade pois a mesma não oferece condição para um parto tão delicado. Sabendo do ocorrido Kelsia Nery ( parente da gestante) entrou em contato com a vó e disse que iria conseguir um carro,por volta das 11:00hs do dia 29/10, Kelsia liga para vó diz , o carro está pronto podem se organizar,pois o carro sairia ao meio dia 12:00hs, por volta das 13:hs do dia 29/10 , Saskia liga relatando: não foi possivél o carro, pediu que a familia conseguisse um carro de terceiros para fazer o deslocamente, pois a prefeitura disponibilizaria a gazolina , a vó disse que não havia essa possibilidade que esse transporte era de responsabilidade de prefeitura de Ipaumirim.
As 19hs do dia 29/10 a vó recebe a ligação de Saskia Tatiane, dizendo que ela havia conseguido um carro, que já se encontrava no patio do hospital municial de Ipaumirim, com o tanque cheio,mas havia um porem , o motorista que iria realizar a viajem era o senhor Alcileno Santana, que se encontrava de plantão no dia 29/10 , e que havia chegado naquele momento de uma viagem, a mesma pergunta que horas vocês querem sair?
Não desconfiando da responsabilidade e habilidade do motorista,a vó pediu para sair as 2hs da manhã do dia 30/10, pois nesse entervalo o mesmo descansaria para podermos realizar uma viajem mais tranquila, pois a mãe estava bem. Prontamente as 2hs da manhã o carro estava na porta da casa da vó,e o deslocamento parecia sidar de forma tranquila, mas ao chegar na cidade de Icó certa de 381.4km de distancia da capital , a bolsa veio a se romper, a mesma entrando em trabalho de parto, fazendo com que a viajem ficasse muito tensa , causando panico em quem estava no veiculo, pois a criança não poderia nascer sem asssitencia especifica para seu caso. Chegando na capital de Fortaleza por volta das 7;45hs da manhã do dia 30/10, onde foi prontamente atendida, HGCC e encaminhada para sala de parto, onde deu a luz ao Isaac as 8:10 hs da manhaã do dia 30/10, ficando no hospital cerca de 52 dias junto com sua mãe,recebendo alta dia 23/12, onde foi levado para casa da sua tia Georgia Gonçalves, ficando o mesmo na capital, pois havia ainda varios retornos para serem feitos em um curto intervalo de tempo, como: consulta no Albert Sabin, e testes tambem no hospital em que nasceu, participando também de um multiram para tender crianças com MICROCEFALIA, onde foi acomoanhado por medicos do estado e de outros estados para acompanhar mais de 30 crianças que se encontravam com o mesmo problema do Isaac ,MICROCEFALIA , PODENDO TER SIDO OCASIONADO PELO VIRUS DA ZICA, QUE A MÃE CONTRAIU NA CIDADE DE IPAUMIRIM AOS 4 MESES DE GESTAÇÃO.
Após todos os encaminhamentos dados para o melhor desenvolvimento de Isaac, foi adquirido um plano de saude para a criança para que o mesmo tivesse um desenvolvimento mais rápido, plano esse dado a criança dado por sua tia Georgia Gonçalves.
No dia 10/01/2016, a criança foi liberado para que pudesse retornar a sua cidades,já com retornos agendados para o mês de março do corrente ano, sabendo da liberação a mãe entrou em contato com a vó que rapidamente entrou em contato com Ecilda Ferreira Pereira na prefeitura de Ipaumirim, solicitando um transporte para trazer para o seio da familia o pequeno Isaaac, a vó foi informada que as 16hs do dia 10/01/2016, sairia uma topik com destino a cidade de Fortaleza, sendo que a vó foi avisada por Ecilda Ferreira Pereira que o bebê teria que se deslocar da casa da tia no centro da capital , para o bairro montese onde se encontra a casa de apoio da cidade de Ipaumirim, pois a ordem era pegar apenas em hospitais ou na casa de apoio,mas diante de um bebê que não havia tomado nenhuma vascina , se encontrava sem imunidade ainda,seu deslocamento poderia agravar o seu quadro, diante disse o motorista da topik Jairo Estrela, disse que mesmo não podendo iria buscar a criança na casa de sua tia. Mas nessa hora a humanidade de motorista falou mais alto que os protocolos,o mesmo sempre relatando esse não é uma carro adequado para um bebê,mas mesmo assim sem ter outro meio a familia se viu obrigada a aceitar o transporte. Chegando na cidade de Ipaumirim por volta das 19:00hs do dia 11/01/2016.
Apos a chegada da crianaça em Ipaumirim, sempre que foi solicitado o transporte para suas fisioterapias em Cajazeiras-PB, ou consultas com pediatra em Juazeiro do Norte – CE, todas as vezes foi solicitado o transporte foi atendido de imediato, sendo que tudo foi viabilizado via secretaria de saude Magna Gonçalves ou pela DIRETORA DO PSF DA SEDE DA CIDADE Silvina Machado.

O restante dos acontecimentos é de conhecimento de todos, pedimos que respeitem nossa dor, não temos nada haver com a distorção do relato na reportagem da globo no programa bem star…
Mais deixamos aqui a verdade dos fatos, sem modificar nada, apenas explicamos o que realmente aconteceu.
Maria Socorro Pereira (vó materna da criança)

enviado por: Georgia Gonçalves

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