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Justiça autoriza e IML de Juazeiro sepulta mais dois corpos não procurados por familiares
22 de setembro de 2017 às 06:31

Mediante autorização judicial mais dois corpos foram sepultados como indigentes na tarde desta quinta-feira no Cemitério São João Batista em Juazeiro do Norte. Um deles de um cadáver encontrado no Sítio Piripiri na zona rural de Caririaçu no dia 20 de julho e o outro de uma vítima de atropelamento na Avenida Leão Sampaio em Juazeiro cinco dias depois.

A diretora da Perícia Forense, Germana Brito, lembra que o antigo IML tem prazo mínimo legal de 30 dias para sepultar, mas termina extrapolando. Entretanto, observa que as geladeiras da Pefoce no Cariri estão repletas. Dentre outros ainda ficaram corpos de uma mulher morta a tiros na Vila Três Marias, duas ossadas submetidas a exames de DNA, o jovem morto na troca de tiros com a PM no Aeroporto em Juazeiro e o morador de rua Damião de Jesus, de 46 anos, o “Baiano” morto a pauladas no centro de Juazeiro.

Ela aproveitou para agradecer a parceria com a Funerária Mãe das Dores que doa as urnas mortuárias e ainda conduz estas até o cemitério. Quanto ao corpo encontrado em Caririaçu, este foi identificado por meio de exame papiloscópico como Marcos Aurélio Campos da Silva. Ele era filho de Maria das Dores Ferreira da Silva e José Campos da Silva e consta como seu último endereço a Rua Diógenes Frazão (Bairro Seminário) em Crato. Familiares jamais compareceram ao IML em busca do cadáver.

Já o outro foi vítima de atropelamento na noite do dia 25 de julho em frente a AABB (Associação Atlética Banco do Brasil) e sequer foi identificado. Segundo testemunhas, o veículo atropelador era um Gol de cor prata, cujo motorista seguiu adiante na sua viagem sem prestar socorro à vítima. O mesmo aparentava idade entre 45 e 50 anos e, naquela noite usava um short de cor bege, vestia uma blusa de malha na cor cinza e calçava uma sandália japonesa.

Por Demontier Tenório
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