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Deputado Jeová Campos acha exagero abertura de procedimento investigativo sobre evento da visita de Lula à Paraíba
24 de março de 2017 às 08:46

Idealizador da vinda do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva à Paraíba e um dos mais entusiastas participantes do ato popular que aconteceu na cidade de Monteiro, domingo passado, o deputado estadual Jeová Campos (PSB) acha que o Ministério Público Federal (MPE) deveria se incomodar com coisas mais sérias deste país. “Não vejo razão para abrir uma investigação, pois enxergo um exagero querer tratar um ato político, de iniciativa do povo brasileiro, como propaganda eleitoral antecipada. Ai eu pergunto? Ninguém mais pode se manifestar neste país? O Ministério Púbico quer fazer outra Constituição?”, indagou o parlamentar, na manhã desta quinta-feira (23), em resposta a pergunta de jornalistas sobre a ação do MPE.

  O Ato de Monteiro, segundo o deputado, foi um manifesto do povo que foi às ruas, espontaneamente, abraçar seu líder maior. “Queira o MP ou não queira, os partidos adversários ou quem é contrário a Lula,  é fato que não existe uma pessoa no Brasil que tem mais cheiro do povo do que Lula, filho do povo, que sabe o que é andar com lata de água na cabeça e que quando foi presidente governou para as minorias, possibilitou que o negro tivesse escola, o índio tivesse reconhecimento, os quilombolas espaço nas universidades. E foi essa minoria que eu vi massiçamente no último domingo, em Monteiro”, destacou Jeová.

Na opinião do parlamentar, o Ministério Público no Brasil tem que começar a pensar mais no país e não apenas nos holofotes que suas ações podem render. “Lula não poder falar o que ele falou é uma censura. Esse país não pode admitir censura. A liberdade de pensamento e a liberdade de expressão são princípios fundamentais da Constituição de 1988. Acho que isso é alguém querendo holofote ou então com

 

Angelo Lima

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